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Informa o G1

O Ministério Público Federal em Sergipe informou, na tarde desta sexta-feira (4), que se manifestou contra a liberação, solicitada pela defesa do policial rodoviário federal, Paulo Rodolpho Lima Nascimento, para ele pudesse fazer prova de concurso público. Ele é um dos três policiais rodoviários federais, presos preventivamente, acusados de envolvimento na morte de Genivaldo Santos, que foi trancado no porta-malas de uma viatura da PRF e submetido à inalação de gás lacrimogêneo. O g1 não localizou a defesa do policial para falar sobre o assunto.

Segundo o MPF, não há previsão normativa apta a respaldar a saída provisória de uma pessoa presa preventivamente, por se tratar de medida contrária à própria natureza cautelar da prisão preventiva.

William de Barros Noia, Kleber Nascimento Freitas e Paulo Rodolpho Lima Nascimento preventivamente após se apresentarem voluntariamente à Polícia Federal (PF) no dia 14 de outubro. Eles foram indiciados por homicídio qualificado e abuso de autoridade.

Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, morreu após uma abordagem de policiais rodoviários federais no município de Umbaúba, no sul do estado de Sergipe, cerca de 100 km de Aracaju. O caso aconteceu no dia 25 de maio deste ano. A certidão de óbito apontou asfixia e insuficiência respiratória como causa da morte.