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Na quinta-feira, 11, o ministro Márcio Macêdo reconheceu um “erro formal” na emissão de passagens e diárias com recursos públicos destinados a três servidores que o acompanharam no Pré-Caju 2023. Apesar de negar ter autorizado a viagem dos funcionários, o ministro alegou desconhecimento sobre a utilização de verbas da Presidência para a participação no carnaval fora de época em Aracaju.

Juraj Varga / Pixabay

Entretanto, contrariando a versão do ministro, o Portal da Transparência, reproduzido pelo Estadão, registra que a verba pública teve “ordem do ministro”.

Segundo o Portal da Transparência, recursos foram destinados para os funcionários “por ordem do ministro” Márcio Macêdo, que iria visitar uma ONG; visita não estava na agenda oficial do ministro.

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Diante dessas informações, Macêdo se defendeu, alegando um “erro formal” cometido por seu gabinete e assegurou que tal situação “nunca mais se repetirá”.

De acordo com Macêdo, tal procedimento descrito como “de ordem do ministro” — presente na justificativa para o Portal da Transparência — é um “procedimento padrão” do ministério, “Essa é uma decisão do gabinete que é feita corriqueiramente”, acrescentou.

A controvérsia sobre a autorização da viagem dos servidores e a utilização indevida de recursos públicos no Pré-Caju 2023 promete continuar sendo tema por algum tempo.